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Blog de Soledad Yunge


Zé Mané, Primazé e outro Zé, de Tuna Serzedello (2008)

 

Fonte: O Estado de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 23h31
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Zé Mané, Primazé e outro Zé, de Tuna Serzedello (2008)

 

Fonte: Folha de São Paulo - Caderno Folhinha



Escrito por Soledad Yunge às 23h24
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Zé Mané, Primazé e outro Zé, de Tuna Serzedello (2008)

 

Fonte: Diário da Região (São José do Rio Preto)



Escrito por Soledad Yunge às 23h24
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Zé Mané, Primazé e outro Zé, de Tuna Serzedello (2008)

 

Fonte: O Estado de São Paulo

Fonte: Folha de São Paulo




Escrito por Soledad Yunge às 23h23
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Zé Mané, Primazé e outro Zé, de Tuna Serzedello (2008)

Clip no youtubehttp://www.youtube.com/watch?v=4UoREw0LVlE

 



Escrito por Soledad Yunge às 23h21
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Ele não é meu Filho, de Philippe Gaulier (2000 e 2008)

Fonte: O Estado de São Paulo

 

Clip no youtubehttp://www.youtube.com/watch?v=lcvnNfVOg1g

flyer_Satyros.jpg

 



Escrito por Soledad Yunge às 23h19
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Aos Ossos que tanto doem no Inverno, de Sérgio Melo (2008)

Fonte: O Estado de São Paulo

 



Escrito por Soledad Yunge às 23h15
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Aos Ossos que tanto doem no Inverno, de Sérgio Melo (2008)

Fonte: Revista Bravo!

 



Escrito por Soledad Yunge às 23h11
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Repertório Havel, "Vernissage" e "A Audiência" de Václav Havel (2006)

Fonte: O Diário (Marília)


Escrito por Soledad Yunge às 23h06
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Repertório Havel, "Vernissage" e "A Audiência" de Václav Havel (2006)

Fonte: Revista VejaSP

 



Escrito por Soledad Yunge às 23h06
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Repertório Havel, "Vernissage" e "A Audiência" de Václav Havel (2006)

Fonte: O Estado de São Paulo

 



Escrito por Soledad Yunge às 23h05
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Repertório Havel, "Vernissage" e "A Audiência" de Václav Havel (2006)

 



Escrito por Soledad Yunge às 23h04
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Repertório Havel, "Vernissage" e "A Audiência" de Václav Havel (2006)

 Fonte: Gazeta Mercantil



Escrito por Soledad Yunge às 23h03
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Repertório Havel, "Vernissage" e "A Audiência" de Václav Havel (2006)

Fonte: A Tribuna Impressa (Araraquara)

 



Escrito por Soledad Yunge às 23h03
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Repertório Havel, "Vernissage" e "A Audiência" de Václav Havel (2006)

Fonte: Folha de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 23h01
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Num dia Comum, de John Kolvenbach (2005)

 

Fonte: Veja São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 22h57
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Num dia Comum, de John Kolvenbach (2005)

 

Fonte: A Tribuna (Santos)

 



Escrito por Soledad Yunge às 22h57
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Num dia Comum, de John Kolvenbach (2005)

 

Fonte: O Estado de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 22h56
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Num dia Comum, de John Kolvenbach (2005)

Fonte: Diário do Festival de Teatro de Curitiba



Escrito por Soledad Yunge às 22h55
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A Dança do Universo, de Oswaldo Mendes (2005)

 

Fonte: O Estado de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 22h53
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A Dança do Universo, de Oswaldo Mendes (2005)

 

Fonte: O Estado de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 22h52
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A Dança do Universo, de Oswaldo Mendes (2005)

Fonte: Folha de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 22h51
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Entrevista para o site O Palco (http://www.opalco.com.br/foco.cfm?persona=materias&controle=97)

OPalco Entrevista Soledad Yunge
por OPalco

Soledad Yunge, diretora paulistana, começou no teatro aos 14 anos através dos musicais da Cultura Inglesa. Está hoje em cartaz com Um Dia Comum, de John Kolvenbach. 
Opalco: Como e quando o teatro ingressou na sua vida?

Quando tinha 14 anos fiquei sabendo que existia um grupo de teatro na Cultura Inglesa que montava musicais. Naquela época assisti a um musical chamado “Aí vêm o dilúvio” no Teatro Sérgio Cardoso e fiquei deslumbrada com tudo aquilo, então devo ter pensado que meu negócio era fazer musicais...Participei do grupo de Teatro da Cultura Inglesa de 1982 a 1989 e fiz diversas peças, musicais e outros textos. Foi uma época divertida, de descobertas e também de muitas transformações e decisões. Quando chegou a hora do vestibular meu desejo era prestar Artes Cênicas mas tinha essa coisa da família falando toda aquela ladainha sobre as dificuldades do teatro como profissão e dificultando um pouco a decisão... então fui estudar Arquitetura pois gostava de desenhar e pintar e segui a sugestão de continuar com o teatro como “hobby”... Mas depois de um ano e pouco larguei a Arquitetura e fui prestar outro vestibular, dessa vez para Artes Cênicas, e aí foi...

Opalco: Como chilena residente no Brasil desde os sete anos de idade, existe alguma influência da dramaturgia latino americana sobre sua trajetória no teatro?

Não. Conheço pouco da dramaturgia chilena e de outros paises latino americanos. Gosto do Julio Cortázar e da literatura de Mario Vargas Llosa, García Márquez e em especial da Isabel Allende, provavelmente porque é chilena e reconheço nos seus romances muito das minhas raízes. Mas é uma relação afetiva muito pessoal...Gostaria de conhecer um texto chileno que tivesse algo a dizer às platéias brasileiras. Aí está um projeto...De qualquer maneira deveríamos promover um maior intercâmbio com a produção teatral de nossos vizinhos.

Opalco: Você trilhou uma formação acadêmica, inclusive no exterior, onde cursou a Desmond Jones School of Mime & Physical Theatre e École Philippe Gaulier. Qual a importância desta formação na sua carreira de atriz, diretora e produtora?

Acho que cursar a ECA foi uma experiência importante apesar de ter demorado em perceber isso. Na época não pensei na possibilidade de não fazer um curso superior, achava isso essencial. Hoje acho que existem outros caminhos. Durante muito tempo fui muito crítica com as propostas da escola, principalmente na área de interpretação, que foi minha opção.Eu gostava muito das aulas de teoria, tive grandes professores como o Jacó Guinsburg e o Sábato Magaldi, entre outros. Decidi estudar em Londres pois queria muito buscar uma formação menos clássica. A escola do Desmond tem uma abordagem muito física e diferente de tudo que já tinha experimentado. O treinamento e a disciplina foram legais, mas não foi uma escola e nem um método de trabalho que me inspiraram muito. Aí fui para a escola do Gaulier, que é , sem dúvida, o lugar onde mais aprendi sobre o teatro e a vida. Foi um divisor de águas na minha vida e uma experiência inesquecível. Hoje acho que cursar essas escolas nessa ordem foi uma feliz combinação.

Opalco: Ser artista, para você, é uma escolha ou uma vocação?

Acho que no inicio a vocação é o grande chamado...É a paixão que decide... ainda mais quando se é jovem. O tempo passa e quando vê a escolha já foi feita, você já começou a investir todo seu tempo e energia. Às vezes nos momentos de crise com a profissão pode-se até pensar em escolher ficar ou cair fora, mas felizmente outros momentos de prazer e realização chegam e a paixão volta. É uma escolha constante.

Opalco: Nos últimos anos você tem atuado em diversos projetos do governo e da prefeitura de São Paulo direcionados à arte-educação. O que o teatro tem acrescentado às comunidades carentes?

Sempre acreditei no Teatro como excelente veiculo de uma formação humana e cultural. Os projetos dos quais participei este ano, o Teatro Vocacional e os espetáculos nos CEU`s foram muito importantes para as comunidades carentes da periferia de São Paulo. São projetos necessários, que beneficiaram um enorme número de pessoas. Acho que tanto o fazer teatral nos grupos locais como o contato com espetáculos profissionais proporcionou uma reflexão de questões latentes nas comunidades e essas encontraram um lugar para serem expressas.

 

Opalco: Cada vez mais o teatro vem sendo um meio pedagógico adotado para que crianças e adolescentes aprendam a se relacionar melhor. De acordo com as suas experiências pedagógicas, o que mais o teatro pode ensinar?

Quando é ensinado com objetivos pedagógicos e não pretende reproduzir algum modelo de curso de formação de atores ou experiência recreativa pode proporcionar um espaço de expressão muito rico. Eles ganham em auto-estima, aprendem a se relacionar em grupo valorizando as individualidades, se sentem mais seguros ao expressar suas opiniões, entre tantos outros ganhos.

 

Opalco: Seria apenas uma fase ou você está mesmo deixando de atuar e voltando suas atividades para a direção e produção? O que a inspirou nesta escolha?

Não sei se chamaria de fase, acho que é mais uma questão de acreditar no meu desejo. Há algum tempo não tenho vontade de atuar e isso não me preocupa. Sinto falta às vezes da rotina das apresentações, do convívio do elenco antes do espetáculo, dessa cumplicidade dos atores da qual o diretor não tem como participar. Mas eu gosto de continuar presente após a estréia, acho fundamental acompanhar as temporadas, então acabo vivendo um pouco essa rotina . Quando dirigi pela primeira vez, não foi algo planejado, a pessoa que ia dirigir “A Audiência” teve que se ausentar e eu tinha acabado de chegar para fazer, pela primeira vez, uma assistência de direção, então o Laerte Mello e o Edu Guimarães foram loucos o suficiente para confiar na minha inexperiência. Foi um trabalho muito prazeroso, e se não fosse por essa oportunidade, talvez nunca tivesse me aventurado a dirigir. No momento meu desejo é dirigir, e quando penso num projeto, nunca me vejo atuando e sim na produção e direção dele.

 

Opalco: Fale um pouco do processo de direção de seu último espetáculo, "Num Dia Comum". Através de um texto bastante denso, os atores Laerte Mello e Milhem Cortaz conseguem prender e instigar a atenção do espectador.

O Laerte e o Milhem me convidaram para dirigir “Num dia Comum” no ano passado e o espetáculo fez uma pré- estréia em Santos em janeiro deste ano (2004). Aí voltamos a ensaiar no segundo semestre para entrar em cartaz no Sesc Belenzinho. Então foi um processo em duas etapas. Na primeira versão o espetáculo era bem mais longo e decidimos fazer alguns cortes no original e deixá-lo mais enxuto. Eles já tinham trabalhado juntos em espetáculos do Mário Bortolotto, durante uma mostra do Cemitério de Automóveis, mas não haviam contracenado muito. Então o mais importante para mim, desde o início, foi a necessidade de criar entre os dois atores uma relação de enorme cumplicidade, generosidade e confiança, para que nela pudéssemos sobrepor um texto como esse. Eu já havia trabalhado com o Laerte no espetáculo “A Audiência”, mas nunca com o Milhem. Sempre há esse primeiro momento de conhecer a pessoa, e o ator, observar e permitir tudo, para tentar compreender como aquela pessoa funciona, o que ela quer com o espetáculo, com a personagem, pois isso e tão particular de cada ator...O mesmo em relação à combinação entre eles, buscar quais as possibilidades com esses atores e esse texto. Acho que o processo dos ensaios tem que estabelecer um bom jogo entre os atores e isso tem que ser prazeroso. Quando isso é conquistado já é grande parte do trabalho. A minha função é proporcionar condições para essa conquista. Essas condições podem ser criadas de diferentes maneiras, depende dos atores, do texto, do que se quer comunicar. Muitas vezes acho que os atores nem percebem para onde estou tentando levá-los e aí tem que confiar no meu olhar. Não é possível, na minha opinião, levar de casa uma ótima idéia de resultado mas sim diferentes possibilidades de caminhos . No fim, quem vai apontar que caminho tomar é o ator, eu apenas facilitei esse encontro.

Opalco: O infantil "Pandolfo Bereba", adaptado do conto de Eva Furnari, percorreu os CEUs e tem sido um sucesso por onde passa. Vocês pretendem entrar em cartaz?

Com certeza.É o próximo passo com esse trabalho. Estamos fazendo o espetáculo desde fevereiro de 2004 em unidades do Sesc, escolas e fizemos 4 meses de apresentações em CEU`s. Agora queremos fazer uma temporada em um teatro em São Paulo em 2005.

Opalco: Quais são seus planos profissionais para 2005?

Vou dirigir outro texto do Václav Havel que é parte de uma trilogia com “A Audiência”. A idéia é ficar com os dois e cartaz ao mesmo tempo. Também temos planos de fazer um outro infantil com a mesma equipe do “Pandolfo Bereba” mas ainda estamos definindo o que será. Quero, também, continuar trabalhando com aulas e oficinas.



Escrito por Soledad Yunge às 22h50
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Pandolfo Bereba, de Eva Furnari (2004) - espetáculo infantil

 

Fonte: O Diário de Sorocaba



Escrito por Soledad Yunge às 22h46
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A Audiência, de Václav Havel (2000)

 

Fonte: O Estado de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 22h44
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A Audiência, de Václav Havel (2000)

Fonte: Gazeta Mercantil



Escrito por Soledad Yunge às 22h42
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A Audiência, de Václav Havel (2000)

Fonte: Folha de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 22h40
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A Audiência, de Václav Havel (2000)

Fonte: Folha de São Paulo



Escrito por Soledad Yunge às 22h38
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Bem-vindo a Blog da Soledad Yunge / Welcome to Soledad Yunge's blog.

Aqui você vai ver a trajetória dessa diretora teatral / Here you'll have information about her work.



Escrito por Soledad Yunge às 19h12
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